Viña del Mar - Valparaiso

Ontem acordamos bem cedo pra irmos fazer um passeio pra Viña del Mar e Valparaiso. A princípio, a idéia era fazer tudo andando ou de transporte público, mas os pontos turísticos eram muito longe uns dos outros, então decidimos fazer um city tour, que saiu por mais ou menos uns R$ 50,00. Era pra durar 4h, mas durou muito mais, o que foi ótimo, pois tínhamos que pegar o ônibus de volta pra Santiago às 19h.


Zani (a australiana) e eu

Olha o Moai lá da Ilha de Páscoa perdido em Viña del Mar

Relógio de Flores


Viña del Mar é muito bonita. Cidade de praia, lotada de gente querendo pegar um sol, muito embora estivesse fazendo um frio de 18ºC lá! Almoçamos um Menu del dia, que vale muito a pena aqui no Chile. É um couvert, a entrada, o prato principal, um pisco, um outro líquido e uma sobremesa. Tudo por uns R$ 30,00. A comida, como sempre, não tava das melhores, mas depois do almoço demos uma fugida pra poder pisar no oceano Pacífico. INDESCRITÍVEL! Foi muito legal!! Todo mundo tem que fazer isso um dia.

Oceano Pacífico

Pisco Sour


Marina, Zani e eu no almoço em Viña

Eu e meu pézinho no Pacífico!

Depois, o tour nos levou a Valparaíso, mas olha, com todo o respeito e desculpa a sinceridade, mas não sei exatamente por que a cidade é um ponto turístico. Parece uma favela gigante, um negócio meio esquisito, rs. Não gostei muito não, prefiro Viña.

Valparaiso - favelinha? rs

A casa de Pablo Neruda, em Valparaíso


Vinhooo, Jozimário!

O passeio foi beeeem cansativo, porém muito válido e necessário, considerando que se está no Chile. Hoje de manhã, fui com as meninas e mais uma americana num shopping e aproveitei pra comprar vinhos. Um pra mim, um pra papis, conforme prometido. Pra mim, comprei um vinho da Concha y Toro, feito com a uva típica daqui, a Carmenère. Como meu pai não é muito chegado em vinho seco, escolhi um Merlot.

Terminei não indo fazer o passeio na vinícula porque é muito longe e a visita duraria só 1h. Além disso, vou pra Mendoza amanhã e lá não vai faltar vinícula.

No passeio de hoje, procurei alguma coisa pra comprar, mas não achei. Só tem coleção outono/inverno nas lojas e ninguém merece porque não faz esse frio todo no Brasil. Fomos almoçar e, olha, que sofrível. Até a comida do Burger King daqui é ruim.

Pra finalizar, a americana que foi com a gente é meio louca. Pra começar, ela conta pra todo mundo que está solteira porque o namorado disse que era gay. Tipo, quem fica por aí contando isso, minha gente? Demenos! Depois, que ela fica falando as coisas em espanhol e nem eu, nem a Marina e nem a Zani falamos espanhol! Então, ela é uma mala! De vingança, a gente ficou falando português perto dela, rs. Ai, essas crianças são as melhores!

Hoje tem night! Vamos no karaokê daqui do hostel, e depois sairemos pra dançar. Amanhã bem cedo vamos pra Mendoza, na Argentina.

Byeee!

Punta - Buenos Aires - Santiago

Gente, olha, eu estou mega cansada. Tentarei escrever esse post antes que durma por cima do pc, rs. Saí de Punta ao meio dia com a Cláudia, uma brasileira que estava no hostel. Antes, passamos pra comer umas empanadas com o restante do pessoal e aí sim, pegamos o buquebus pra Buenos Aires.

Galera na despedida de Punta

Lá em Buenos Aires não vi muita coisa. Foi só uma escala pra dormir, rs! Por acaso, fiquei num quarto com uma holandesa, um francês e um canadense. O impressionante é que essa galera não tem nada melhor pra fazer da vida (ô, inveja) e vai viajar. Olha só: A holandesa tinha terminado a faculdade e, ao invés de procurar um emprego, ela está há 6 meses viajando por aí e sem previsão pra começar a carreira dela. O francês foi aprender espanhol porque ele achava um idioma lindo. O canadense se demitiu!! Pegou o dinheiro do seguro desemprego lá do Canadá e foi bater perna pelo mundo. Hello-ô! Só eu trabalho nesse mundo? Mas pela parte cultural, foi bem interessante. Conversamos bastante, trocamos vivências e o francês meio que nos obrigou a ouvir música francesa que foi até aceitável aos meus ouvidos.

De manhã bem cedo, fui pro aeroporto. Tinha combinado com o motorista que tinha me levado pro hostel de ir me buscar as 7:15h, apesar de o vôo ter sido apenas às 10h25min. Foi bem tranquilo chegar em Santiago! Aqui, encontrei a Marina, que eu já tinha feito contato previamente, e também com um brasileiro, o Vinícius. Batemos perna a tarde inteira! Fomos na Plaza da Independencia (incrível a falta de criatividade dos países aqui da América do Sul, não? Todo mundo tem uma praça dessas, tsc). Bem bonitinha, tudo histórico, uma catedral, mais uma estátua de gente montada num cavalo. Nada de novo. Hehehe.

Plaza da Independencia (não me perguntem quem é o cara do cavalo)

Catedral


Então, continuamos nossa saga andando para o Cerro de Santa Lucía que também era pertinho. Haja preparo físico pra tanta escada, mas a vista compensou um pouco e o lugar também é bem bonito, cheios de árvores e tal.

Eu e Marina, no Cerro de Santa Lucia

Vista de Santiago do Cerro. Juro que atrás das núvens está a cordilheira dos Andes

Passamos na feira de artesanato para que eu pudesse providenciar um ímã e olha, foi difícil! O povo tinha mais ímã de qualquer lugar que não era Santiago do que daqui!! Ou então escrito só Chile. Vou conversar com eles para que eles possam fazer melhores ímãs. A partir daí, a bateria da minha câmera morreu! Fomos na Plaza da Moneda, onde fica o palácio do governo e onde tem uma bandeira linda e imensa do Chile. Tem uma foto na câmera da Marina que, antes de eu me despedir dela, vou pegar pra postar aqui. Ficou muito legal!

Hostel, banho, cama. Cama? Gente, andar cansa demais!!! E com os lugares que fomos, vou te falar que já conhecemos 60% de Santiago! A pé! Nada de taxi, nada de metrô. A vida tá difícil.

Hoje de manhã, fui com a Marina e uma australiana muito gente boa (e que fala português muito bem, diga-se de passagem) andar! De novo. Fomos ao Cerro de San Cristóbal que é mais alto ainda que o de Santa Lucia. Pegamos o bondinho até lá em cima pra curtir a vista e depois descemos a pé, caminhada de 1h e 15min. 

A virgem é o ponto mais alto do Cerro

Continuo jurando que atrás das núvens, estão os Andes.

Almoçamos em Bellavista, tomamos pisco (bebida típica daqui com sabor de caipirinha, rs) e voltamos pro hostel. Eu e a Marina decidimos ir no Concha y Toro visitar a vinícula, mas deu tudo errado! Depois de uma hora de metrô e onibus pra chegar lá, a vinícula já estava fechada pra visitação, então, só sexta-feira pra voltar lá. Resolvemos então ir ao Mercado Central. Fechado. Ok, Santiago, você me odeia, é isso? 

Compramos vários morangos, porque são lindos e enormes! rs Amanhã digo se estavam doces. Amanhã também vamos a Viña del Mar e Valparaíso. Tô tentando me preparar psicologicamente para mais um dia de andadas sem fim. E com escadas, dessa vez.

P.s. Em Santiago tem mais cachorro do que gente. Não tem carrocinha por aqui? E uns cachorros enormes, mais parecem ursos. Não gosto!!
P.s.2 O garçom que atendeu a gente no restaurante hj era o mais querido!!! E lindo. Mas tudo aqui tem abacate, nunca vi. Parece que é o México. A comida aqui é ruiiiiiim demais! Tudo frio, tudo sei lá, mal preparado. Não tem arroz, feijão e bife. Um horror.
P.s.3 Nunca chove essa época do ano aqui. Daí, enquanto a gente comprava os morangos, se ouviu um estrondo. Pensamos que fosse fogos de artifício, porque o povo da rua parou e começou a dar pulinhos e gritinhos de comemoração, mas era chuva mesmo. Chuvisco, na verdade. E foi aquela festa! Imagina quando cai um toró por aqui...

Fui! Amanhã o dia vai ser longo... Adiós!


Punta del Este

Saíndo de Montevidéu, a viagem foi muito tranquila e parei no terminal de Punta del Este. Até aí, tudo ótimo. Problema, meu amigo, foi descobrir como chegar no hostel. Depois de dar 2 voltas em torno do mesmo quarteirão (com a mala), voltei pro terminal e pedi um mapa. Não melhorou muito porque as ruas de Punta são muiiito mal sinalizadas, então nunca sabia se estava ou não na rua certa. Meia hora depois, debaixo do sempre presente sol insuportável, cheguei viva, desejando um banho. Pra quê? O check in só poderia ser feito as 14h e eu passei 1h e meia sentada no restaurante do hostel esperando...

Passado o trauma inicial, calcei minha sandália e fui andar pela cidade. De cara, encontrei o monumento mais famoso de Punta, os dedos.



É impossível tirar uma foto melhor porque Deus e o mundo chega toda hora pra tirar fotos lá... Andei um pouco pela praia, mas não sou chegada em sol, então resolvi comer alguma coisa, pois ja eram 16h e eu ainda não tinha comido nada. Achei uma lojinha q vendia empanados e comi um de calabresa muuuuito bom e, finalmente, algo barato! R$ 3,50.

Na volta conheci o que mais tem na América do Sul: brasileiros! rs

Henrique's, João e, advinha (?), o chatoooo de Montevidéu! Tanto hostel e ele aqui...o fim! Depois descobri que ele tem ascendente em Leão e tudo se explicou.

A noite, fomos ao cassino. Phynos! Claro que não pra jogar, até porque eu já sou azarada e jamais arriscaria perder meu dinheiro. No entanto, os meninos jogaram poker e black jack e saíram felizes da experiência. Eu fiquei assistindo! Bem legal, o ambiente do cassino. Coisa de gente ryca também, porque, olha, o povo tirava nota de 100 dólares (DÓLARESSSS) do bolso como se fosse nota de 1 real! Não dava pra mim não, rs.



Achamos um boteco pra fazer o esquenta da night até irmos para um bar-boate no porto. Dancei horrores! Festa aqui termina tarde demais. Eu e um dos Henriques viemos andando pro hostel umas 7h da manhã e ainda tinha muita gente por lá. O problema daqui é o frio que faz a noite... Saí toda lindinha achando que estava em Salvador e parei na primeira loja pra comprar um casaco!!!! hahaha.

Em resumo, chegamos no hostel as 7:30h da manhã, decidimos esperar pra tomar café e só então fomos dormir. O ruim é que dormir mesmo só em casa, né, minha gente? Veja bem! 11:30h eu já estava de pé. Fui almoçar com Henrique e voltei pra fazer o city tour. Sem condições de andar mais 1km que fosse!

O city tour foi maravilhoso! Paramos no Porto pra encontrar o leão marinho camarada mais preguiçoso do mundo tomando o maior sol, rs.



Porto de Punta del Este

O tema do meu ímã de geladeira, já devidamente comprado!

Depois de passar por alguns lugares de Punta, fomos à Casa Pueblo para assistir ao por do sol. Fui interagir com 2 chilenas que ficavam me pedindo pra tirar foto, mas vou dizer: MÁGOA! Primeira mágoa das chilenas é que era incompreensível o que elas falavam, porque o Chile já tem um sotaque espanhol diferente e elas estavam falando muito rápido. Eu fazia cara de perdida e elas começavam a zoar da minha cara. Não obstante, na hora mesmo do por do sol rola um poema lindo, que só termina quando o sol se põe completamente. Mas tem que estar no clima da haribozisse, pois o poema é metafórico! Tipo, agradece ao sol pelas nossas lutas diárias, vitórias, amores, etc, etc, identificando o sol como o próprio passar do tempo. As chilenas super zombaram do poema, dizendo que era muito sofrimento pra ver um sol se por. Isso, considere que elas tiraram foto de t-u-d-o, menos do proprio por do sol, que elas não deram muita importância. MÁGOA, porque o poema era lindo e não tinha nada a ver elas terem atrapalhado o momento pra criticar.

Mas pior que a mágoa das chilenas, foi a M-Á-G-O-A da nuvens. Sério, tava linda a paisagem e, de repente, surgiram nuvens no céu e ninguém viu o sol se por no fim das contas, pois não era possível identificar onde ele estava! Em suma... acho que por do sol não é comigo! Não tenho muita sorte com esse evento da natureza e Alice está de prova.


Casa Pueblo


Bom, agora já estou de volta ao hostel, imprimindo a passagem do buquebus de amanhã. Chego em BuenosAires as 18:30h. Mas atualização do blog agora só na terça, quanto eu chegar em Santiago, Chile.

Muito amor, gente!!! Saudades.



Montevidéu - Parte III

Saí ontem a noite pro Mercado del Puerto com a argentina gente boa para comer um Chivito, que nada mais é um X-tudo no Brasil, só que com uma carne macia e ma-ra-vi-lho-sa no lugar do hamburguer. O problema do lugar é o preço. Aliás, aqui em Montevidéu comida em geral é muito cara! Pensa aih num sanduíche com coca-cola que me custou a facada de R$ 37,50! #totalmentecontra

Fomos ver os ingressos pro tal do carnaval, mas já tinham se esgotado. Ou seja, nada de carnaval pra mim, hunf. Como a argentina já tinha comprado, ela se foi e eu encontrei duas meninas brasileiras, Lilian e Violeta que estavam aqui no hostel, mas tinham que procurar outro porque esse já estava lotado.

Calcei minha havaianas da Pucca, rs, e fui até o novo hostel delas. De lá, fomos ver o por-do-sol nas ramblas portuárias e ficamos tomando uma cerveja com uns uruguaios que encontramos pelo caminho.

O protesto número 1 é que esse demônio de cidade quando chega às 18h fecha todo o comércio. Quando dá 22h, a cidade está às moscas! Não tem absolutamente nada aberto (pelo menos aqui na Ciudad Vieja)... frustração total!!

Hoje já acordei meio tarde, quase me atrasando para encontrar as brasileiras em frente ao Teatro Solis para fazer a visita guiada. Mas deu tempo, a visita foi incrível e o teatro é lindo demais por dentro também.


                                 
Solis por dentro

Depois, fomos almoçar no roubo do Mercado del Puerto novamente. Prato do dia: Paella de frutos do mar, acompanhado de vinho tinto e finalizado com uma panqueca de maça com caramelo. Olha, devo dizer que nunca comi uma comida tão saborosa! Delícia!!! Mas a facada depois também foi coisa boa, uma bagatela de R$ 64,00.

Paella

Violeta, Lilian e eu (las brasileñas)

Superado o trauma financeiro, fui ao terminal Tres Cruces para comprar minha passagem pra Punta del Este amanhã. Essa parte é ótima, presta atenção! Entrei no terminal e um monte de gente em pé, nervosa, meio que esperando alguma coisa. Eu, como sempre, sem entender nada, fiquei olhando pra identificar o motivo da muvuca. Você veja que pobre é igual em tudo quanto é canto, hein? A muvuca estava esperando a liquidação do camelô que fica no primeiro piso do terminal! Foi demais!! Parecia aquelas cenas de filme americano que o povo fica na frente da loja esperando ela abrir no natal e que, quando abre, todo mundo sai correndo sem parar pra não morrer pisoteado, sabe como é? Uó!!! É muita pobreza, viu? rsrs

Achei a empresa COT, comprei minha passagem pra Punta e ainda eram umas 15h30min. Muito cedo pra voltar pro hostel. Então, resolvi peregrinar. Peguei um onibus pra Pocitos. Chegando lá, a mesma paisagem, fui andando pelas ramblas e resolvi passar num Shopping. Um senhor me disse que o Shopping Punta Carretas ficava 5 quadras da praia de Pocitos...

Olha, que senhorzinho ordinário! 5 quadras é onde mora a mãe dele, só pode. Foram 50 min de caminhada, no incrível sol daqui! E eu já tava com o pé lascado de ontem, terminei de ferir ele todo na sandália andando! Quando cheguei no shopping, já foi me arrastando....tava vendo a hora de alguém me perguntar se eu puxava de uma perna. Nem curti muito o local, porque estava mega cansada. Mas deu tempo de fazer uma aquisição! Um vestidinho lindinho na promoção por R$ 24,90! Tá vendo? Até roupa é mais barata que comida aqui!

Shopping Punta Carretas


Peguei meu bus de volta pro hostel, mas antes passei no Teatro Solis novamente para comprar o ingresso para a apresentação da Orquestra Sinfônica de Montevidéu. Haja haribozisse, mas o tema era filmes! Valeu cada centavo dos R$ 8,00 do ingresso. Achei até muito barato, porque foi muito bonito, o espetáculo, e eu chorei horrores ouvindo a música de ET! rsrs

Agora, estou de volta no hostel, pois tenho que organizar minha mala pra #partir pra Punta del Este amanhã. Preciso de uma badalação, pois aqui tá dificil!

Tchau, gente. Vou ali abrir minha cerveja Patrícia! rs Adiósss!

Montevidéu - Parte II

Já de manhã, acordei morrendo de frio, já providenciando meu casaco. Fui tomar café e encontrei uma argentina (Valéria...ou seria Valquiria? Enfim..) e combinamos de sairmos juntas para passear. Ela me disse que queria ir a praia de Pocitos e tal. Só que tipo, naquele frio? Perguntei com meu portunhol horrível se ia dar praia e ela disse que sim, que o dia esquentava com o tempo. Claro que eu não dei nada por ela, e bem me arrumei de calça pra ir a praia, rs.

Pior é que a argentina gente boa estava certa e depois fez um calor que puta que pariu! 36ºC. Calor, um sol insuportável. A praia vazia... andamos primeiro pela Ciudad Vieja. E andamos muito, por boa parte da Av. 18 de julio. Gente, olha, não é de Deus andar no sol de 13h daqui de Montevidéu. Tive um flashback das caminhadas que Letícia nos obrigava a fazer em POA aos 44ºC! rs

Ciudad Vieja

A riqueza do monumento da independência

Teatro Solis

Amanhã fiquei de fazer a visita guiada ao Teatro Solis. A broder argentina disse que é muito bonito por dentro e que valia a pena. Como é bem pertinho do hostel, irei às 11h amanhã.

Pocitos

A praia é legalzinha. Nem se compara com o nosso litoral, obviamente. A cor da água é meio amarronzada, mas é bonita, a praia. Tudo muito organizado! As vias, o trânsito. Não vi engarrafamento! Já posso me mudar pra cá? r
Só tava erro eu de calça, né? O ET da praia. Mas gente, olha, eu juro que não ia dar sol. Tava frioooo.
Não vi nada de velho em Montevidéu. Uma cidade simples, bonita, bem cuidada! Voltaria aqui muitas vezes e me surpreendeu positivamente!

Fomos de onibus. A tarifa é baratinha, R$ 1,70. Na volta, passamos no mercado p/ comprar algumas coisas p/ comer no hostel. Não quero comentar o mico do caixa eletronico, em que eu achei que a máquina ia ficar com meu cartão pra sempre, rs. 

Tudo muito bom, tudo muito bem, estou esperando o sol cair um pouco para ir ao Mercado del Puerto com a argentina.

P.S. O transporte público daqui é o máx. Não passei mais do que 5min esperando o onibus nem pra ir, nem pra voltar. Sorte ou não, que continue assim.
Já comprei meu ímã de geladeira para minha coleção! rs Não resisti...tem uma pracinha bem pertinho do hostel que tá rolando uma feirinha de artesanato.

AH! E esqueci de dizer! É CARNAVAL aqui hoje! Nem queria! Huhuhuhu! Vou ali comprar meu ingresso!

Adiós!

Montevidéu - Parte I

Então, a viagem até Montevidéu foi um tanto turbulenta. Literalmente. O vôo para Guarulhos foi horroroso e tinhamos uma impressão horrorosa de que o avião ia cair, porque ele perdia altitude muito rápido. Conheci um tiozinho muito doido que me contou toda a vida dele no vôo, mas foi até bom para o tempo passar.

Já o vôo pra Montevidéu foi mais tranquilo, mas atrasou uma meia hora. Do meu lado, um casal. Já estava começando a conjecturar que o povo uruguaio é muito maltrapilho, mas espiei o preenchimento do papelzinho da imigração uruguaia e constatei que os maltrapilhos eram australianos. Olha, francamente, ou a gente curte se arrumar direitinho demais, ou rola uma galera mequetrefe que Deus é mais!!

No avião

Aeroporto de Carrasco - MDU

Aeroporto de Carrasco - MDU

O Aeroporto de Montevideu é lindo!!! De lá do alto só se vê ele. Uma construção bem contemporânea, muito legal. Quando saí, o tiozinho do aeroporto me disse q o mesmo era novinho em folha, recém inaugurado há mais ou menos um mês.

No hostel, conheci uma suiça, um italiano, um brasileiro (metido a sabe-tudo...já odeio ele! rs) e um povo que eu não sei bem a nacionalidade. Ficamos batendo papo até as 3h da manhã (gastando meu inglês!) e precisei ir dormir porque já estava morta de cansada.

P.s. Na foto da esteira de bagagem, os maltrapilhos sairam! rs Sou contra esse povo que vem do outro lado do mundo sem estar bonitinho. E quem aguenta esse cabelo cor de gema de ovo que as mulheres da Australia tem?? Povo feio, não gostei.

Ah, devo dizer que o hostel é muito bonitinho e organizado. Thanks, @gigilbrito.

It's time!!

Tô no Aeroporto Internacional Dois de Julho (jamais aceitarei o novo nome) em Salvador. Agora, faltam exatamente 15 minutos para eu entrar na sala de embarque! Devo dizer que tirei até fotos da bagagem (porque pobre não resiste quando vai viajar, né?), mas despachei o cabo da máquina na mala, rs.
Fico devendo essas fotos da viagem quando eu chegar no hostel em Montevidéu.

No mais, agradeço aos telefonemas e votos de boa viagem!

Até de noite, pessoal!